Primeiros Eventos (04-10-2011 e 18-10-2011)

Projeção Sonora de obras eletroacústicas pela

Orquestra de Alto-Falantes da UFRGS

 

 A projeção sonora de obras eletroacústicas pela Orquestra de Alto-falantes da UFRGS (OAF-UFRGS) marca o início das apresentações musicais na Sala dos Sons.   Este evento de lançamento contará com a difusão sonora da obra Anaphore Symphocéanique do pioneiro da música eletrônica no Brasil, Jorge Antunes, e os três compositores gaúchos selecionados para a coletânea de Música Eletroacústica Brasileira: Maestro Frederico Richter com a obra Sonhos e Fantasia, Eduardo Reck Miranda com a obra Tiergarten e Eloy F. Fritsch com a obra Resonance.

SERVIÇO:

ONDE: Sala dos Sons – Av. Paulo Gama, 110 – 2o. andar da Reitoria da UFRGS
QUANDO: 04/10/2011 – 12:30h

ENTRADA FRANCA.

Frederico Richter, Sonhos e Fantasia (1980)

A obra foi realizada no Estúdio de McGill University de Montreal, Canadá. São usados somente sons eletrônicos, embora no final surjam sons concretos de um ruído branco construído com a acumulação de objetos sonoros. A obra é constituída de duas partes em que o o compositor contrasta ambientes próximos e longínquos: 1- os sons de sinos extra-reais devem levar o corpo do ouvinte ao relaxamento completo.; 2- eles soam distantes, num mundo de cores e fantasias; 3- eles nos trazem de novo à realidade. Obra produzida originalmente em sistema estéreo e espacializada em sistema 7.1 pelo compositor E. F. Fritsch em novembro de 2009.

Frederico Richter

Nasceu em 1932 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Radicou-se na cidade de Santa Maria onde assumiu, como Maestro Titular, a Orquestra Sinfônica de Santa Maria da qual foi o criador e fundador. Na Universidade exerceu a docência como Professor Titular e regência por 33 anos. Começou a compor na infância e hoje suas obras somam mais de 150, entre títulos globais tais como Ciclos, Sinfonias, Peças Sinfônicas com coro e orquestra, cerca de 50 obras para Orquestra Sinfônica, Orquestra de Câmara, ópera, oratórios, canções, peças instrumentais e obras eletroacústicas.
Dedicou-se à musica Fractal e à música moderna e pós-moderna. Suas obras tem sido apresentadas em diversos países e por todo o Brasil, sendo atualmente um dos compositores mais conhecido do Rio Grande do Sul. É Doutor em Musica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1962) e Pós-Doutor pela McGilll University, no Canadá (1979-81). Adotou o cognome de Frerídio pelo qual é conhecido pelos compositores. Tocou na Ospa (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) por 20 anos como 1º violino. Como maestro, regeu a OSPA, assim como orquestras em São Paulo, Porto Alegre e Montevidéu. Ministrou Cursos no Exterior e atuou como conferencista, músico, docente e pesquisador na Alemanha (Universidade Siegen e Hamburgo e IPN de Kiel ), Austria, Reino Unido, Universidade de Gasgow, Escócia, (onde foi Pesquisador Oversee, orientando Doutorandos). No Canadá deu Master-Classes em Música nas Universidades Concordia e McGill.

E.F.Fritsch – Resonance (2008)

Obra musical acusmática criada no Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes da UFRGS e no estúdio particular do compositor. Em seu discurso eletroacústico, Fritsch busca a expressividade pela organização de sons produzidos por diferentes métodos de síntese: granular, aditiva e modulação de freqüência. A ressonância do som eletroacústico pode ser percebida durante o percurso da peça constituída por intensa colagem de materiais musicais produzidos em Max/MSP e sintetizadores como o Alesis Fusion 6 HD e Clavia Nord Modular. As amostras de percussão interagem com passagens sintetizadas reforçando a intenção de certos gestos, enquanto que, a projeção sonora colabora para a articulação espacial com trajetórias, ambientação e localização dos sons. A produção sonora resultante de algoritmos implementados em Max/MSP foi utilizada principalmente no minuto final da obra, proporcionando uma passagem ruidosa. Esta foi acelerada e copiada com transposição incrementando a densidade sonora.

Eloy F. Fritsch

Nasceu em 1968 em Caxias do Sul. Iniciou seus experimentos em síntese sonora em 1984. Participou da criação do LC&M – Laboratório de Computação e Música da UFRGS em 1993, e dos primeiros Simpósios Brasileiros de Computação & Música. Depois de receber seu PhD criou o Centro de Música Eletrônica e lecionou os primeiros cursos de Computação Musical na UFRGS. Desenvolveu vários projetos científicos/artísticos, entre eles: o Laboratório de Música Eletroacústica, Paisagens Sonoras, o documentário Música, Ciência e Tecnologia,  o Museu Virtual do Sintetizador e o projeto Música para Planetários. É também professor do Programa de Pós-graduação em Música, pesquisador CNPq e coordenador do Grupo de Pesquisa em Computação Musical da UFRGS. Em paralelo, desenvolve um projeto de composição com  sintetizadores, computadores e teclados eletrônicos tendo lançado nove álbuns instrumentais. Produziu e apresentou o Programa de Rádio Música Eletrônica na Rádio da Universidade 1080 AM por três anos consecutivos. Em 1983 criou o grupo Apocalypse tendo gravado 12  álbuns no Brasil e exterior.  Em 2008 lançou o Livro e o DVD Música Eletrônica pela Editora da UFRGS. Em 2009 recebeu a Menção Especial do Prêmio Açorianos, o Troféu Vasco Prado e participou da coletânea de Música Eletroacústica Brasileira. Fritsch também foi curador da Exposição Música, Ciência e Tecnologia no Museu da UFRGS.

Eduardo Reck Miranda, Tiergarten (2007)

Tiergarten é uma composição eletroacústica para difusão sonora em 8 canais composta por Eduardo Reck Miranda nos Estúdios de Música Eletroacústica da Technical University of Berlin entre os anos de 2006 e 2007. Como o nome sugere, é inspirada no Parque Tiergarten em Berlin. A peça é uma viagem auditiva subjetiva e surrealista através do parque, cheia de mistérios e ruídos, combinando gritos de animais imaginários e sons de insetos. A peça também contém referências ligeiramente disfarçadas de dois compositores favoritos de Eduardo Reck Miranda: Maurice Ravel e Igor Stravinsky, que são alusões ao prédio impressionante da Orquestra Filarmônica de Berlin, situado no final do parque.

Eduardo Reck Miranda

Nasceu em 1963 em Porto Alegre.  É compositor de música de câmara e de peças eletroacústicas, com notáveis pesquisas científicas, em especial no campo da
neurociência e música, onde as ondas cerebrais substituirão os teclados e
comandos de voz para permitir que as pessoas com deficiência possam se
expressar musicalmente. As composições de Miranda foram transmitidas e executadas em uma série de concertos e festivais em diversos países, recebendo prêmios e distinções na Europa e América do Sul, incluindo o Concorso Internazionale di Musica Luigi Russolo Elettroacustica (Itália, 1995, 1998). Eduardo Miranda lançou diversos livros no exterior sobre música computacional, entre eles: Computer Sound Design: Synthesis Techniques and Programming, Composing Music with Computers e New Digital Musical Instruments: Control and Interaction Beyond the Keyboard. Compôs várias peças para computador que foram executadas em várias partes do mundo como:
Robotapithecos, Samba Eletroacústico I, II, III, Goma Arábica, Aquarium,
Olivine Trees. Depois de receber seu PhD, Miranda trabalhou em diversas Universidades do  Reino Unido, como em Edinburg, Glasgow. Realizou pesquisas na Sony Computer  Science Laboratory e no início de 2000 foi nomeado professor visitante de Interactive Media Arts em Barcelona e Professor Associado Adjunto na Universidade Americana de Paris. Em 2003, Miranda mudou-se para a  Universidade de Plymouth, onde atualmente coordena o Computer Music
Research. Ele é também um membro associado do Laboratório de Computação
Musical da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em sua cidade natal,
Porto Alegre.

Jorge Antunes – Anaphore Symphocéanique (2004)

Esta obra foi originalmente composta para oito canais estereofônicos em Paris, no estúdio 116 do GRM (Groupe de Recherches Musicales). O compositor estava interessado em realizar uma obra baseada em suas mais recentes pesquisas no domínio da retórica da musica eletroacústica. A anáfora é a figura de linguagem que Jorge Antunes queria utilizar na construção da sintaxe geral da obra. A repetição periódica de um longo objeto musical, no início de alguns membros de frase, permitiriam, em tese, a obtenção de um efeito de reforço da eloqüência. O material de base foi escolhido da gravação de uma sessão de trombones de uma das obras sinfônicas do compositor. O compositor pretendeu manter uma sonoridade geral para a obra, para preservar as características sinfônicas no que se refere a densidade e à grandiosidade sonora. Entre tanto, esse critério foi condicionado à intenção de se destacar perfis e timbres líquidos, evocando imagens de mar alto, tempestades, imensidão e infinito.

Jorge Antunes

Nasceu em 1942, no Rio de Janeiro onde realizou sua formação musical tradicional, estudando violino, composição e regência. A partir de 1961 começou a trabalhar com musica eletroacústica, em 1962 se destacou como precursor da música eletrônica no Brasil e ingressou no curso de física da Faculdade nacional de Filosofia. Também se especializou no Istituto Torcuato Di Tella em Buenos Aires, foi bolsista do governo francês e concluiu seu doutorado em 1977 na Université de Paris VIII. Jorge Antunes foi curador da Coletânea de Música Eletroacústica Brasileira e membro eleito vitalício da Academia Brasileira de Música, ocupante da cadeira n°22. Atualmente presidente da Sociedade Brasileira de Música Eletroacustica e Pesquisador do CNPq.

SÉRIE: MÚSICA ELETROACÚSTICA NA UFRGS

 A estréia da série Música Eletroacústica na UFRGS visa proporcionar a apresentação de composições realizadas no Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes por alunos do curso de pós-graduação e graduação em música. Nesta primeira edição serão apresentadas as peças “Trensurb” de Daniel Moreira, “Pipoca Espacial” de Maria Eduarda Mendes Martins e “PVC” de Gilberto Ribeiro Jr.  A sessão de difusão sonora encerra com a estréia da composição “Blue om Breath” de Alberto Tusi.

SERVIÇO:

ONDE: Sala dos Sons – Av. Paulo Gama, 110 – 2o. andar da Reitoria da UFRGS
QUANDO: 18/10/2011 – 12:30h

ENTRADA FRANCA.

Promoção:

Departamento de Difusão Cultural

Centro de Música Eletrônica – IA/UFRGS

Direção artística

Prof. Dr. E. F. Fritsch

            Blue Om (2011), Alberto Ritter Tusi – (estréia mundial)

Blue Om remete-se ao Zen, à contemplatividade, à respiração e a meditação. É um convite à natureza e ao presente do matra Om, a observação de fenômenos como o crepúsculo, a noite e o som dos insetos inspirou muito a composição dos sons e a forma da peça. Concebeu-se musicalmente com muito pouca direcionalidade de discurso, onde as coisas acontecem, não por serem forçadas a acontecerem, mas sim por sua natureza leve. Em termos de estrutura, constituiu-se com a repetição de materiais simples em uma forma organizada na estrutura ABCA’ cujas durações fizeram-se desiguais, embora a música toda possa ser entendida como um grande momento solitário. A seção A apresenta um comportamento onde nuvens de sons senoidais se sobrepõe como respirações de diferentes seres formando um todo unido e orgânico no registro médio-agudo. Apresenta também pequenas intervenções de sons mais ruidosos que anunciam o caráter da próxima seção, esses dois tipos de materiais vão se repetindo até que há uma mudança sutil para a seção B da música, a qual é uma nuvem muito mais densa formada somente com sons ruidosos e marcada pela a entrada de sons pedais no registro grave que ainda não aparecera antes. Com o viajar por esta seção, esse grave se transforma e um som ainda mais grave, mas menos ruidoso lembrando uma respiração, o mesmo conduzirá a peça à seção A’ que é a recapitulação da idéia inicial da primeira seção sobre o backgroung deste pedal. Isso acontece com sons percussivos criados com síntese FM,  explosões tímbricas que vão soltando aos poucos as nuvens senoidais que são as mesmas do início, como se cristais coloridos explodissem no espaço soltando suas cores e forças em cores sutis como no princípio. A peça Blue Om foi  composta na disciplina de música eletroacústica I, sob orientação do professor Dr. E. F.Fritsch. A segunda versão, ampliada para o sistema de difusão sonora 7.1, foi desenvolvida na disciplina de Música Eletroacústica II.

Alberto Ritter Tusi (1989 –  )  é natural de Santiago – Rio Grande do Sul, estudou música em Curitiba, na tradicional Escola de Música e Belas Artes do Paraná, local onde tomou gosto pela composição musical. Retornando ao Rio Grande do Sul, ingressou no Instituto de Artes da UFRGS – local onde termina o curso de composição. Atualmente  desenvolve composições que esteticamente remetem à Fé e às formas da natureza exterior e interior de sua terra natal, o pampa.”

PVC (2008), Gilberto Ribeiro Jr.

A proposta dessa peça musical eletroacústica foi a utilização da técnica de metamorfose sonora. Na realização do processo de transformação dos sons foram empregados vários recursos, tais como: plug-ins diversos de equalização, reverberação, granulação, atrasos, compressão, alteração da altura, entre outros. Foram realizadas  automações de panorama, volume e diversos parâmetros dos plug-ins. Os materiais musicais utilizados para esta peça são formados por sons eletrônicos criados com o  software Nord Modular e sons concretos obtidos através da captação de canos de pvc, entre eles: sons de batidas, objetos dentro do cano e ressonância do cano. A idéia nestas transformações sonoras está em tornar o som concreto (cano) menos referencial, ou seja, o ouvinte não deve perceber de imediato a origem da fonte sonora. As seções da peça estão divididas em: introdução – seção A –desenvolvimento – seção B. A peça PVC foi a segunda composta no semestre, na disciplina de música eletroacústica II, orientada pelo professor Dr. E. F.Fritsch.

Gilberto Ribeiro Jr. (1974 –  ) nasceu em São Paulo, e iniciou seus estudos musicais em 1983, na cidade de Porto Alegre. Entre 1997 e 2002 estudou piano e técnicas de gravação em Boston. Em 2005 ingressou no curso de composição musical da UFRGS, sendo orientado pelo prof. Celso Loureiro Chaves, graduando-se com láurea acadêmica no ano de 2008. Durante o curso de graduação trabalhou como bolsista do Centro de Música Eletrônica da UFRGS nos projetos: “Música Eletroacústica Experimental” e “Paisagens Sonoras”.  Atualmente trabalha como músico das bandas “ Os Relógios de Frederico” e “Sinuca de Bico”, e ainda, como engenheiro de som e produtor musical. Suas composições recentes utilizam a união de meios acústicos e eletrônicos.

Pipoca Espacial (2010), Maria Eduarda M. Martins

A peça foi composta a partir de sons gravados em estúdio, produzidos por objetos variados de uso diário. Essas gravações serviram de catálogo sonoro, sendo manipuladas e modificadas por diversas ferramentas do programa editor de áudio Nuendo. Esses sons manipulados, que em sua maioria ficaram bem diferentes dos originais, serviram de base para a estrutura composicional da peça, onde em cada sessão, há um tipo de manipulação diferente. O maior objetivo do processo composicional desta peça, foi criar uma música com sons eletroacústicos predominantemente percussivos e agressivos, atingindo este ápice em sua última sessão. Nas sessões anteriores, há uma alternância entre momentos de mais agressividade e momentos de mais suavidade. Pipoca espacial foi orientada pelo Prof. Dr. E.F. Fritsch e concebida durante a  disciplina de Música Eletroacústica II, do Curso de Composição Musical da UFRGS.

Maria Eduarda M. Martins (1990 –  ) nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ), Passou a residir na cidade de Porto Alegre em 2001, aos 10 anos. Começou a tocar teclado em 2005, aos 15 anos, onde aprendeu a tocar melodias acompanhadas, improvisar trechos melódicos e acompanhamentos e então a compor. Iniciou seus estudos em música em de 2006, aos 16 anos, na escola Estação Musical, estudando piano erudito e teoria musical. Aos 17 anos, em 2008, ingressou no curso superior de música, bacharelado em composição, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde cursa, atualmente, o 8º semestre. Em 2009, iniciou seu trabalho como ministrante das Oficinas de Teoria e Percepção musical (OTP), dando aulas, atualmente, para os módulos iniciante e final do curso. No ano de 2011 passou a lecionar teoria e percepção musical na casa da música, além de composição e leitura de partituras corais. Maria Eduarda escreve quinzenalmente colunas sobre música para o site cultural “O café”. Apresenta suas peças acústicas e eletroacústicas em Saraus, festivais locais como “Música de POA” e recitais de colegas do curso de graduação em música.

Trensurb (2008), Daniel Moreira

A obra Trensurb surgiu de gravações de campo realizadas na homônima estação de trem da cidade de Porto Alegre em Março de 2008. Esse sítio foi escolhido graças a sua significância para Porto Alegre – fato que o define como um verdadeiro marco sonoro da cidade – e; também, graças a grande riqueza e variedade de sons que puderam ser extraídos do lugar. Além de obviamente fazer uso de sons de trens, a composição aproveita sons de vozes, passos, roleta, dinheiro, escada-rolante, e diversos outros ruídos ambientes. Todos esses sons colaboraram para uma recriação (por vezes real, por vezes transformada) do marco sonoro. Durante a composição, tentou-se não só reproduzir os sons da mesma forma em que foram captados, porém buscou-se trabalhar os materiais sonoros de uma forma musical e articulada. Por vezes o marco sonoro se torna irreconhecível, e mesmo pequenos gestos, como o cair de uma moeda, são ampliados e trazidos a primeiro plano, transformando-se em sons de alta importância. Com essa paisagem sonora pretende-se chamar a atenção a uma escuta mais detalhada do rico entorno sonoro de nossa cidade. A composição  Trensurb foi a segunda composta no semestre, na disciplina de música eletroacústica II, orientada pelo professor Dr. E. F.Fritsch.

Daniel Moreira (1984 –  ) é natural de Belo Horizonte. Atua como compositor e regente. Após estudos em física, dedicou-se à composição e teoria musical na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na University of Texas at Austin (EUA). Atualmente Daniel reside em Hamburgo, Alemanha, onde cursa o mestrado em composição musical na Hochschule für Musik und Theater Hamburg. Daniel foi bolsista de pesquisa no Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes da UFRGS. É fundador e regente do Ensemble de música contemporânea Volumina Consort. Mais informações em:www.daniel-moreira.com

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